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dc.contributor.authorOrellana, Jesem D. Y.-
dc.contributor.authorCunha, Geraldo M.-
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Ventura-
dc.contributor.authorCoimbra Junior, Carlos E. A.-
dc.contributor.authorLeite, Maurício S.-
dc.date.accessioned2019-09-16T14:20:14Z-
dc.date.available2019-09-16T14:20:14Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationORELLANA, Jesem D. Y.; CUNHA, Geraldo M.; SANTOS, Ricardo Ventura; COIMBRA JR., Carlos E. A.; LEITE, Maurício S.. Prevalência e fatores associados à anemia em mulheres indígenas Suruí com idade entre 15 e 49 anos, Amazônia, Brasil. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 11, n. 2, p. 153-161, 2011.en_US
dc.identifier.issn1806-9304-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/1034-
dc.description.abstractOBJETIVOS: investigar a prevalência e os fatores associados à ocorrência de anemia em mulheres indígenas Suruí com idade entre 15 e 49 anos. MÉTODOS: estudo transversal realizado a partir de levantamento censitário em 2005 na terra indígena Sete de Setembro, localizada em Rondônia, Brasil. A dosagem de hemoglobina (Hb) foi realizada pelo aparelho β-hemoglobinômetro portátil. Pontos de corte de anemia: Hb < 12,0 g/dL nas não gestantes; Hb < 11,0 g/dL nas gestantes. Dados demográficos e de status socioeconômico (SSE) foram obtidos por meio da aplicação de questionário padronizado. A primeira etapa da análise estatística incluiu os testes: qui-quadrado; qui-quadrado de tendência linear; t de Student; linearidade e análise de variância. Na segunda etapa, o modelo logístico final foi ajustado. RESULTADOS: a prevalência global de anemia nas não gestantes foi de 67,3% e nas gestantes de 81,8%. A análise multivariada demonstrou que as mulheres com um ou dois filhos anêmicos com idade entre 6 e 35 meses tiveram três vezes mais chances de serem anêmicas; mulheres do estrato SSE baixo apresentaram 3,5 vezes mais chance de serem anêmicas. A chance de uma mulher Suruí do SSE baixo ter anemia aumentou em 26% em relação às do estrato SSE alto. CONCLUSÕES: a anemia é um grave problema de saúde nas mulheres Suruí e é influenciada por características familiares/domiciliares, incluindo descendentes com anemia e condições socioeconômicas. Argumenta-se que medidas de tratamento e prevenção voltadas ao controle da anemia nos Suruí devem considerar tais fatores.en_US
dc.language.isopor-
dc.publisherInstituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueiraen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherRegião Norteen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherEpidemiologiaen_US
dc.subject.otherSuruíen_US
dc.subject.otherRondôniaen_US
dc.subject.otherRegião Centro Oesteen_US
dc.subject.otherSaúde da Mulheren_US
dc.subject.otherEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.otherAnemiaen_US
dc.subject.otherEstado Nutricionalen_US
dc.subject.otherDeficiências Nutricionaisen_US
dc.subject.otherCondições Socioeconômicasen_US
dc.subject.otherInquéritos Nutricionaisen_US
dc.subject.otherSuruí de Rondôniaen_US
dc.subject.otherInquéritos de Saúdeen_US
dc.subject.otherEstudos Transversaisen_US
dc.titlePrevalência e fatores associados à anemia em mulheres indígenas Suruí com idade entre 15 e 49 anos, Amazônia, Brasilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Leônidas e Maria Deane, Manaus, AM, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Nutrição. Centro de Ciências da Saúde. Florianópolis, SC, Brasil.en_US
dc.description.abstractenObjectives: to investigate the prevalence of and factors associated with the occurrence of anemia in indigenous Surui women aged between 15 and 49 years. Methods: a cross-sectional study was carried out based on the 2005 census of Sete de Setembro indigenous territory in the Brazilian State of Rondônia. Hemoglobin measurement (Hb) was carried out using a portable β-hemoglobinometer. The cut-off points for anemia were Hb <12.0 g/dL in non-pregnant women and Hb <11.0 g/dL in pregnant women. Demographic and socio-economic data were gathered using a standardized questionnaire. The first stage of statistical analysis included the: chi-square; the chi-square linear tendency test; Student’s t; a test for linearity and analysis of variance. In the second stage, the final logistic model was adjusted. Results: the overall prevalence of anemia in nonpregnant women was 67.3% and, in pregnant women, 81.8%. Multivariate analysis showed that women with one or two anemic children aged between 6 and 35 months were three times more likely to be anemic; women from the lowest socio-economic stratum were 3.5 times more likely to be anemic. The likelihood of a Surui woman of low socio-economic status being anemic was 26% higher than that of one from the highest socio-economic stratum. Conclusions: anemia is a serious health problem among Surui women and is influenced by household factors, such as having children with anemia and socio-economic circumstances. It is suggested that measures to treat and prevent anemia among the Surui take these factors into account.en_US
dc.identifier.doi10.1590/S1519-38292011000200006-
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