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dc.contributor.authorMelo, Tatiana Eustáquia Magalhães de Pinho-
dc.contributor.authorResendes, Ana Paula da Costa-
dc.contributor.authorSouza-Santos, Reinaldo-
dc.contributor.authorBasta, Paulo Cesar-
dc.date.accessioned2019-09-16T14:35:49Z-
dc.date.available2019-09-16T14:35:49Z-
dc.date.issued2012
dc.identifier.citationMELO, Tatiana Eustáquia Magalhães de Pinho; RESENDES, Ana Paula da Costa; SOUZA-SANTOS, Reinaldo; BASTA, Paulo Cesar. Distribuição espacial e temporal da tuberculose em indígenas e não indígenas de Rondônia, Amazônia Ocidental, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 28, n. 2, p. 267-280, 2012.en_US
dc.identifier.issn1678-4464-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/1037-
dc.description.abstractEste estudo analisou a distribuição espacial e temporal das incidências brutas e ajustadas de tuberculose (TB) no período 1997-2006, identificando áreas de maior risco para indígenas e não indígenas de Rondônia, Brasil. Foi realizado estudo ecológico, tendo como unidades de análise municípios e Terras Indígenas (TI), utilizando método bayesiano empírico local para ajuste das taxas. A incidência média bruta de TB para não indígenas foi 35,6/100.000 habitantes, enquanto para indígenas foi 415,0/100.000 habitantes. As TI Karipuna, Sete de Setembro, Igarapé Ribeirão e Karitiana apresentaram incidência > 600/100.000. Observou-se nos indígenas maior número de casos em < 15 anos e com baixa escolaridade, diferente do ocorrido nos não indígenas. Após ajuste, as taxas em algumas TI ultrapassaram 240/100.000, enquanto, nos municípios coincidentes com as TI, elas ficaram entre 61-120/100.000 habitantes. O método bayesiano diminuiu a heterogeneidade das taxas. Evidências apontam os indígenas como grupo mais vulnerável ao adoecimento e mostram áreas que requerem maior atenção para adequado controle da TB em Rondônia.en_US
dc.language.isopor-
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruzen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherRegião Norteen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherEpidemiologiaen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherDSEI Porto Velhoen_US
dc.subject.otherRondôniaen_US
dc.subject.otherTuberculoseen_US
dc.subject.otherServiços de Saúdeen_US
dc.subject.otherEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.otherDSEI Vilhenaen_US
dc.subject.otherDoenças Infecciosas e Parasitáriasen_US
dc.subject.otherSistemas de Informação em Saúdeen_US
dc.subject.otherAnálise Espacialen_US
dc.titleDistribuição espacial e temporal da tuberculose em indígenas e não indígenas de Rondônia, Amazônia Ocidental, Brasilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationPrograma Nacional de Controle da Tuberculose, Ministério da Saúde, Brasília, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.description.abstractenThis study analyzed the spatial and temporal distribution of crude and adjusted rates of incidence of tuberculosis (TB) between 1997 and 2006, identifying areas of greatest risk to the indigenous and non-indigenous population of Rondônia State, Brazil. An ecological study was conducted analyzing municipalities and Indian reserves, using the local empirical Bayesian method. The crude average rate of incidence of TB among the non-indigenous population was 35.6/100,000 inhabitants, while for the indigenous population it was 415.0/100,000. Rates greater than 600/100,000 were reported in the Karipuna, Sete de Setembro, Igarapé, Ribeirão and Karitiana reserves. We observed a greater number of cases in under 15 year-olds with little schooling in contrast to the situation in the nonindigenous population. After making adjustments, the rates in some Indian reserves exceeded 240/100,000 inhabitants, while in coinciding municipalities incidence was between the range of 61-120/100,000. The Bayesian method led to decreased overall heterogeneity in rates. Evidence suggests that the indigenous population is more vulnerable to contracting TB and highlighted areas that require further attention to ensure the adequate control of TB in Rondônia.en_US
dc.identifier.doi10.1590/S0102-311X2012000200006-
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