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dc.contributor.authorBasta, Paulo Cesar-
dc.contributor.authorMarques, Marli-
dc.contributor.authorOliveira, Roselene Lopes de-
dc.contributor.authorCunha, Eunice Atsuko Totumi-
dc.contributor.authorResendes, Ana Paula da Costa-
dc.contributor.authorSouza-Santos, Reinaldo-
dc.date.accessioned2019-09-26T15:48:32Z-
dc.date.available2019-09-26T15:48:32Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationBASTA, Paulo Cesar. et al. Desigualdades sociais e tuberculose: análise segundo raça/cor, Mato Grosso do Sul. Revista de Saúde Pública, v. 47, n. 5, p. 854-864, 2013.en_US
dc.identifier.issn1518-8787-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/1099-
dc.description.abstractOBJETIVO: Analisar características sociodemográficas e clínicoepidemiológicas dos casos de tuberculose e fatores associados ao abandono e ao óbito na vigência do tratamento. MÉTODOS: Estudo epidemiológico baseado em dados notificados de tuberculose em indígenas e não indígenas, segundo raça/cor, em Mato Grosso do Sul, entre 2001 e 2009. Realizou-se análise descritiva dos casos de acordo com as variáveis sexo, faixa etária, zona de residência, exames empregados para o diagnóstico, forma clínica, tratamento supervisionado e situação de encerramento, segundo raça/cor. Utilizou-se análise univariada e múltipla por meio de regressão logística para identificar preditores de abandono e óbito, e odds ratio como medida de associação. Foi construída série histórica de incidência, segundo raça/cor. RESULTADOS: Registraram-se 6.962 casos novos de tuberculose no período, 15,6% entre indígenas. Houve predomínio em homens e adultos (20 a 44 anos) em todos os grupos. A maior parte dos doentes indígenas residia na zona rural (79,8%) e 13,5% dos registros nos indígenas ocorreram em < 10 anos. A incidência média no estado foi 34,5/100.000 habitantes, 209,0; 73,1; 52,7; 23,0 e 22,4 entre indígenas, amarelos, pretos, brancos e pardos, respectivamente. Doentes de 20 a 44 anos (OR = 13,3; IC95% 1,9;96,8), do sexo masculino (OR = 1,6; IC95% 1,1;2,3) e de raça/cor preta (OR = 2,5; IC95% 1,0;6,3) mostraram associação com abandono de tratamento, enquanto doentes > 45 anos (OR = 3,0; IC95% 1,2;7,8) e com a forma mista (OR = 2,3; IC95% 1,1;5,0) apresentaram associação com óbito. Apesar de representarem 3,0% da população, os indígenas foram responsáveis por 15,6% das notificações no período. CONCLUSÕES: Houve importantes desigualdades em relação ao adoecimento por tuberculose entre as categorias estudadas. As incidências nos indígenas foram consistentemente maiores, chegando a exceder em mais de seis vezes as médias nacionais. Entre pretos e pardos, piores resultados no tratamento foram observados, pois apresentaram chance de abandono duas vezes maior que os indígenas. O mau desempenho do programa também esteve fortemente associado ao abandono e ao óbito. Acredita-se que, enquanto não se reduzir a pobreza, as desigualdades nos indicadores em saúde permanecerão.en_US
dc.language.isopor-
dc.publisherFaculdade de Saúde Pública da Universidade de São Pauloen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherEpidemiologiaen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherMato Grosso do Sulen_US
dc.subject.otherDSEI Mato Grosso do Sulen_US
dc.subject.otherTuberculoseen_US
dc.subject.otherMorbidadeen_US
dc.subject.otherServiços de Saúdeen_US
dc.subject.otherEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.otherDesigualdades em Saúdeen_US
dc.subject.otherDoenças Infecciosas e Parasitáriasen_US
dc.subject.otherSistemas de Informação em Saúdeen_US
dc.titleDesigualdades sociais e tuberculose: análise segundo raça/cor, Mato Grosso do Sulen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública. Núcleo de Doenças Endêmicas Samuel Pessoa. Rio de Janeiro, RJ, Brasilen_US
dc.creator.affilliationSecretaria de Estado de Saúde Programa Estadual de Controle da Tuberculose. Mato Grosso do Sul, MS, Brasilen_US
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria Especial de Saúde Indígena. Distrito Sanitário Especial Indígena Mato Grosso do Sul. Mato Grosso do Sul, MS, Brasil.en_US
dc.identifier.doi10.1590/S0034-8910.2013047004628-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsDistrito Sanitário Especial Indígenaen_US
dc.subject.decsTuberculoseen_US
dc.subject.decsMorbidadeen_US
dc.subject.decsServiços de Saúde do Indígenaen_US
dc.subject.decsEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.decsDesigualdades em Saúdeen_US
dc.subject.decsSistemas de Informação em Saúdeen_US
dc.subject.decsDoenças Parasitáriasen_US
dc.subject.decsDoenças Infecciosasen_US
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