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dc.contributor.authorSouza, Luciene Guimarães de-
dc.contributor.authorPagliaro, Heloisa-
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Ventura-
dc.date.accessioned2019-10-02T16:15:00Z-
dc.date.available2019-10-02T16:15:00Z-
dc.date.issued2009-02-
dc.identifier.citationSOUZA, Luciene Guimarães de; PAGLIARO, Heloisa; SANTOS, Ricardo Ventura. Perfil demográfico dos índios Boróro de Mato Grosso, Brasil, 1993-1996. Cadernos de Saúde Pública, v. 25, n. 2, p. 328-336, 2009.en_US
dc.identifier.issn1678-4464-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/1133-
dc.description.abstractEste estudo descreve o perfil demográfico dos índios Boróro de Mato Grosso, Brasil, no período de 1993 a 1996. O levantamento incluiu cadastros anuais e registros de eventos vitais, coletados a partir das atividades rotineiras do serviço de saúde da Fundação Nacional do Índio, da população de três aldeias (Garças, Meruri e Morada dos Boróro). A taxa média de crescimento foi de 2,4% ao ano. Observou-se que 44% da população tinham menos de 15 anos, com idade mediana de 16 anos. Verificaram-se taxas brutas de natalidade de 30,9 por mil e de mortalidade de 7,3 por mil. A taxa de mortalidade infantil para o período foi de 58,8 óbitos por mil nascidos vivos, e de fecundidade total de 4,3 filhos por mulher. As mulheres se casam mais cedo do que os homens e há um número expressivo de adultos, tanto homens (26,7%) quanto mulheres (13,3%) fora de uniões conjugais. Um aspecto que chama atenção é a relativamente baixa fecundidade encontrada se comparada a de outros grupos indígenas. Destaca-se a importância da coleta e análise sistemáticas de dados demográficos para os povos indígenas.en_US
dc.language.isopor-
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Aroucaen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherEpidemiologiaen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherMortalidadeen_US
dc.subject.otherDemografiaen_US
dc.subject.otherFecundidadeen_US
dc.subject.otherBororoen_US
dc.subject.otherEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.otherBoróroen_US
dc.subject.otherMortalidade Infantilen_US
dc.titlePerfil demográfico dos índios Boróro de Mato Grosso, Brasil, 1993-1996en_US
dc.title.alternativeDemographic profi le of Boróro Indians from Mato Grosso State, Brazil, 1993-1996en_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationFundação Nacional de Saúde. Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante. Barra do Garças, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de São Paulo-Escola Paulista de Medicina. Departamento de Medicina Preventiva. São Paulo, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional. Rio de Janeiro, Brasilen_US
dc.description.abstractenThis paper analyzes the demographic profile of the Boróro Indians from Mato Grosso State, Brazil, from 1993 to 1996. Data came from annual collection and registration of vital statistics conducted by the health service in three villages (Garças, Meruri, and Morada dos Boróro). The average annual population growth rate was 2.4%. Nearly half (44%) of the population was younger than 15 years (median 16 years). The crude birth rate was 30.9 per 1,000 and the crude death rate 7.3 per 1,000 inhabitants. The infant mortality rate was high (58.8 per thousand live births), probably resulting from precarious health conditions in the villages. The results showed that women married younger than men and that there were numerous unmarried adult men (26.7%) and women (13.3%), as compared to data from other indigenous groups. The total fertility rate of Boróro women was 4.3, quite low compared to other indigenous communities in Brazil. The study emphasizes the importance of systematically collecting and analyzing demographic data on indigenous populations.en_US
dc.identifier.doi10.1590/S0102-311X2009000200011-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsEcossistema Amazônicoen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsMortalidadeen_US
dc.subject.decsDemografiaen_US
dc.subject.decsFecundidadeen_US
dc.subject.decsEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.decsMortalidade Infantilen_US
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