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dc.contributor.authorSantos, Kennedy Maia dos-
dc.contributor.authorTsutsui, Mario Luiz da Silva-
dc.contributor.authorGalvão, Patrícia Paiva de Oliveira-
dc.contributor.authorMazzucchetti, Lalucha-
dc.contributor.authorRodrigues, Douglas-
dc.contributor.authorGimeno, Suely Godoy Agostinho-
dc.date.accessioned2019-11-28T19:47:18Z-
dc.date.available2019-11-28T19:47:18Z-
dc.date.issued2012-12-
dc.identifier.citationSANTOS, Kennedy Maia dos. et al. Grau de atividade física e síndrome metabólica: um estudo transversal com indígenas Khisêdjê do Parque Indígena do Xingu, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, n. 12, p. 2327-2338, dez. 2012.en_US
dc.identifier.issn0102-311X-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/1352-
dc.description.abstractEste estudo objetivou verificar a existência de associação entre o grau de atividade física e a presença de síndrome metabólica entre indígenas Khisêdjê. Foram avaliados 170 indivíduos com 20 anos ou mais. Obtiveram-se dados sociodemográficos, de testes físicos e análise de material biológico. Para análise dos dados, utilizou-se a estatística do qui-quadrado (p < 0,05), razões de prevalências (por ponto e por intervalo de 95% de confiança) brutas e ajustadas e teste t de Student. Resultados satisfatórios foram observados em relação aos testes de resistência cardiorrespiratória, flexibilidade, flexão de braço e tronco, além de na avaliação do nível de atividade física segundo o número de passos/dia. A prevalência de síndrome metabólica foi de 27,8%, sendo maior entre mulheres, entre indígenas nas faixas etárias de 39-49 anos e 50 anos ou mais e entre aqueles com desempenho inferior no teste de resistência cardiorrespiratória, impulso horizontal e número de passos/dia. Os resultados indicam a necessidade de maior vigilância no controle e prevenção dos fatores de risco que compõem a síndrome metabólica.en_US
dc.language.isopor-
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Aroucaen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherParque Indígena do Xinguen_US
dc.subject.otherEpidemiologiaen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherDiabetes Mellitusen_US
dc.subject.otherHipertensãoen_US
dc.subject.otherPressão Arterialen_US
dc.subject.otherAtividade Físicaen_US
dc.subject.otherEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.otherSuyáen_US
dc.subject.otherDislipidemiasen_US
dc.subject.otherKhisêdjêen_US
dc.subject.otherKisêdjêen_US
dc.subject.otherSobrepeso e Obesidadeen_US
dc.subject.otherPerfil de Saúdeen_US
dc.subject.otherDoenças Crônicas não Transmissíveisen_US
dc.subject.otherSedentarismoen_US
dc.subject.otherCircunferência da Cinturaen_US
dc.subject.otherInquéritos de Saúdeen_US
dc.subject.otherSíndrome Metabólicaen_US
dc.subject.otherAtividade Motoraen_US
dc.titleGrau de atividade física e síndrome metabólica: um estudo transversal com indígenas Khisêdjê do Parque Indígena do Xingu, Brasilen_US
dc.title.alternativeDegree of physical activity and metabolic syndrome: a cross-sectional study among the Khisêdjê group in the Xingu Indigenous Park, Brazilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de São Paulo. Departamento de Medicina Preventiva. São Paulo, Brasil.en_US
dc.description.abstractenThis study aimed to verify the existence of an association between degree of physical activity and presence of metabolic syndrome in the Khisêdjê indigenous group. The authors evaluated 170 individuals 20 years or older, based on demographic data, physical examination, and laboratory tests. The data were analyzed with the chi-square test (p < 0.05), crude and adjusted prevalence ratios (point and 95% confidence intervals), and Student's t-test. Satisfactory results were observed in relation to cardiorespiratory endurance, flexibility, bending of arms and trunk, and measurement of physical activity according to the number of steps/day. Prevalence of metabolic syndrome was 27.8% and was higher in women, the 39-49-year and ≥ 50-year age groups, and in individuals with lower performance on the cardiorespiratory endurance test, horizontal impulse, and number of steps/day. The results indicate the need for greater surveillance in the control and prevention of risk factors for metabolic syndrome.en_US
dc.identifier.doi10.1590/S0102-311X2012001400011-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsDiabetes Mellitusen_US
dc.subject.decsHipertensãoen_US
dc.subject.decsPressão Arterialen_US
dc.subject.decsEstudos Epidemiológicosen_US
dc.subject.decsDislipidemiasen_US
dc.subject.decsSobrepesoen_US
dc.subject.decsObesidadeen_US
dc.subject.decsPerfil de Saúdeen_US
dc.subject.decsDoenças não Transmissíveisen_US
dc.subject.decsComportamento Sedentárioen_US
dc.subject.decsCircunferência da Cinturaen_US
dc.subject.decsInquéritos Epidemiológicosen_US
dc.subject.decsSíndrome Metabólicaen_US
dc.subject.decsAtividade Motoraen_US
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