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dc.contributor.authorWayhs, Ana Clara Dorneles-
dc.contributor.authorBento, Beatriz do Amaral Rezende-
dc.contributor.authorQuadros, Fatima Alice de Aguiar-
dc.date.accessioned2021-11-03T12:48:56Z-
dc.date.available2021-11-03T12:48:56Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationWAYHS, Ana C. D.; BENTO, Beatriz do A. R.; QUADROS, Fatima A. de A. Políticas públicas em saúde mental indígena no Brasil. TraHs, n. 4, (n. esp.), p. 68-78, 2019. Disponível em: https://www.unilim.fr/trahs/1577. Acesso em: 3 nov. 2021en_US
dc.identifier.issn2557-0633-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/5039-
dc.description.abstractO presente artigo tem o objetivo de conhecer de que modo as políticas públicas brasileiras tratam a saúde mental indígena. Essa população, considerada vulnerável, sofre com o aumento constante de problemas psicossociais, fato demonstrado através do registro de taxas alarmantes de dependência química, violência e suicídio. Foram realizadas pesquisas em sites oficiais de busca, livros e notícias sobre o tema. Os resultados mostram que as políticas públicas voltadas para a saúde mental indígena existem na lei, porém encontram dificuldades na prática. Esse estudo espera contribuir com o levantamento de reflexões sobre as principais dificuldades enfrentadas, a exemplo da falta de indígenas ativos no processo de construção e execução de tais políticas, bem como o modelo médico hegemônico ao qual os grupos étnicos estão submetidos, desconsiderando suas diferenças culturais.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidade de Limoges (França). Faculdade de Letras e Ciências Humanasen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.titlePolíticas públicas em saúde mental indígena no Brasilen_US
dc.title.alternativePublic policies on indigenous mental health in Brazilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Estadual De Mato Grosso do Sul. Departamento de Medicina. Campo Grande, MS, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Estadual De Mato Grosso do Sul. Departamento de Medicina. Campo Grande, MS, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Estadual De Mato Grosso do Sul. Departamento de Medicina. Campo Grande, MS, Brasilen_US
dc.description.abstractenThe purpose of this article is to know how Brazilian public policies deal with indigenous mental health. This population, considered vulnerable, suffers from the constant increase of psychosocial problems, a fact demonstrated by registering alarming rates of chemical dependence, violence and suicide. This research was conducted on official search sites, bibliography and news on the subject. The results show that the public policies focused on indigenous mental health exist in the law, but they find difficulties in practice. This study hopes to contribute with the reflection of the main difficulties faced, such as the lack of indigenous people in the process of building and implementing such policies, as well as the hegemonic medical model to which the ethnic groups are submitted, disregarding their cultural differencesen_US
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsPolíticas Públicasen_US
dc.subject.decsSaúde Mentalen_US
dc.subject.decsAssistência à Saúde Culturalmente Competenteen_US
Appears in Collections:PSSI - Artigos de Periódicos

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