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dc.contributor.authorBotelho, João Bosco-
dc.contributor.authorWeigel, Valéria Augusta C. M.-
dc.date.accessioned2021-11-09T18:59:08Z-
dc.date.available2021-11-09T18:59:08Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationBOTELHO, João Bosco; WEIGEL, Valéria Augusta C. M. The Sateré-Mawé community of Y’Apyrehyt: ritual and health on the urban outskirts of Manaus. História, Ciências, Saúde - Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 18, n. 3, jul.-set. 2011en_US
dc.identifier.issn0104-5970-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/5112-
dc.description.abstractA comunidade Y'Apyrehyt, uma das três comunidades da etnia Sateré-mawé, na periferia de Manaus, está assentada no antigo Parque das Seringueiras. A comunidade é composta por 67 pessoas, entre adultos e crianças, que sobrevivem dos rendimentos advindos dos turistas que pagam para ver o Ritual da Tucandeira e da venda de artesanato. Mesmo com o puratin ou poratig, o Remo Mágico fincado na entrada da comunidade, somente o Ritual da Tucandeira mantém-se vivo. O processo de ressignificação desse ritual assumiu também caráter estético de coreografia artística e objeto para troca econômica.en_US
dc.language.isoengen_US
dc.publisherCasa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruzen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherAmazonasen_US
dc.subject.otherRegião Norteen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherEtnografiaen_US
dc.subject.otherSateré-Mawéen_US
dc.titleThe Sateré-Mawé community of Y’Apyrehyt: ritual and health on the urban outskirts of Manausen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Amazonas. Manaus, AM, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Amazonas. Manaus, AM, Brasilen_US
dc.description.abstractenThe Y’Apyrehyt community, one of three belonging to the Sateré-Mawé indigenous people found on the outskirts of Manaus, is located in a former nature reserve, the Parque das Seringueiras. The community comprises 67 people, adults and children, who live from the income obtained from tourists paying to see the Tucandeira Ant Ritual and from the sale of craftwork. Even with the Magic Oar – the puratin or poratig – displayed at the entrance to the community, only the Tucandeira Ant Ritual remains alive today. The process of attributing new meanings to this ritual has involved both an aesthetic dimension, evinced in its artistic choreography, and its commercializationen_US
dc.identifier.doi10.1590/S0104-59702011000300007-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsMedicina Tradicionalen_US
dc.subject.decsAntropologia Culturalen_US
dc.subject.decsXamanismoen_US
dc.subject.decsAntropologia da Saúdeen_US
dc.subject.enBrazilen_US
dc.subject.enHealth of Indigenous Peoplesen_US
dc.subject.enIndians, South Americanen_US
dc.subject.enTucandeira Ant Ritualen_US
Appears in Collections:TR - Artigos de Periódicos

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