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dc.contributor.authorCaldas, Aline Diniz Rodrigues-
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Ventura-
dc.contributor.authorCardoso, Andrey Moreira-
dc.date.accessioned2022-06-28T16:28:00Z-
dc.date.available2022-06-28T16:28:00Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.citationCALDAS, Aline Diniz Rodrigues; SANTOS, Ricardo Ventura; CARDOSO, Andrey Moreira. Iniquidades étnico-raciais na mortalidade infantil: implicações de mudanças do registro de cor/raça nos sistemas nacionais de informação em saúde no Brasil. Cadernos de Saúde Pública [online]. v. 38, n. 4, e00101721, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-311X00101721. Acesso em: 27 jul. 2022en_US
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7097-
dc.description.abstractTrata-se de estudo descritivo que teve como objetivo discutir as repercussões da mudança na metodologia de coleta da variável cor/raça no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) sobre as taxas de mortalidade infantil (TMI) segundo cor/raça no Brasil. Foram analisadas as variações anuais nas frequências de nascidos vivos e óbitos infantis por cor/raça entre 2009 e 2017. As TMI por cor/raça foram estimadas segundo três estratégias: (1) método direto; (2) fixando-se, em todos os anos, as proporções de nascidos vivos por cor/raça observadas em 2009; e (3) fixando-se, em todos os anos, as proporções de óbitos por cor/raça observadas em 2009. As estratégias visaram explorar o efeito isolado das variações nas proporções de nascidos vivos ou de óbitos por cor/raça sobre as estimativas de TMI antes e após a mudança da variável cor/raça no SINASC. De 2011 para 2012 (ano de mudança da variável cor/raça no SINASC), verificou-se súbito incremento das Declarações de Nascidos Vivos (DNV) de cor/raça preta, parda e indígena, acompanhado de redução de DNV de cor/raça branca, sem variações correspondentes nos óbitos. O incremento do denominador da TMI das categorias de cor/raça socialmente mais vulnerabilizadas resultou na atenuação das TMI de pretos e indígenas, no incremento da TMI de brancos e, consequentemente, na redução artificial das iniquidades na mortalidade infantil por cor/raça. A mudança da variável cor/raça no SINASC interrompeu a série histórica de nascidos vivos por cor/raça, afetando os indicadores que potencialmente dependem desses dados para seu cálculo, como a TMI. Argumenta-se que as TMI por cor/raça antes e após a mudança no SINASC são indicadores distintos e não comparáveis.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz)en_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.titleIniquidades étnico-raciais na mortalidade infantil: implicações de mudanças do registro de cor/raça nos sistemas nacionais de informação em saúde no Brasilen_US
dc.title.alternativeEthnic and racial iniquities in infant mortality: implications of changes in recording color/race in national health information systems in Brazilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Rio de Janeiro, RJ, Brasilen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Rio de Janeiro, RJ, Brasil/ Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional. Rio de Janeiro, RJ, Brasilen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Rio de Janeiro, RJ, Brasilen_US
dc.description.abstractenThis descriptive study aimed to discuss the repercussions of the change in the methodology for recording the color/race variable in the Brazilian Information System on Live Births (SINASC) on infant mortality rates (IMR) according to color/race in Brazil. Annual variations were analyzed in the rates of live births and infant deaths according to color/race from 2009 to 2017. The IMR according to color/race were estimated using three strategies: (1) direct method; (2) for every year, setting the same proportions of live births by color/race as observed in 2009; and (3) for every year, setting the same proportions of deaths by color/race as observed in 2009. The strategies aimed to explore the single effect of the variations in the proportions of live births or of deaths according to color/race on the estimated IMR before and after the change in the color/race variable in the SINASC database. Between 2011 and 2012 (the year of the change in the color/race variable in SINASC), there was a sudden increase in birthdates with black, brown, and indigenous color/race, along with a reduction in birthdates with white color/race, without no corresponding variations in deaths. The increase of more socially vulnerable color/race categories in the IMR denominator resulted in the attenuation of IMR for black and indigenous infants and in an increase in the IMR for white infants and consequently an artificial reduction in iniquities in infant mortality according to color/race. The change in the color/race variable in SINASC interrupted the historical series of live births by color/race, affecting indicators that potentially depend on these data for their calculation, in this case the IMR. The resulting argument is that infant mortality rates by color/race before versus after the change in the SINASC database are distinct and noncomparable indicators.en_US
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsMortalidade Infantilen_US
dc.subject.decsSistemas de Informação em Saúdeen_US
dc.subject.decsOrigem Étnica e Saúdeen_US
dc.subject.decsDesigualdades em Saúdeen_US
dc.subject.decsEstatísticas Vitaisen_US
dc.subject.enBrazilen_US
dc.subject.enIndians, South Americanen_US
dc.subject.enHealth of Indigenous Peoplesen_US
dc.subject.enHealth Information Systemsen_US
dc.subject.enInfant Mortalityen_US
dc.subject.enEthnicity and Healthen_US
dc.subject.enHealth Status Disparitiesen_US
dc.subject.enVital Statisticsen_US
Appears in Collections:DCS - Artigos de Periódicos

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