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dc.contributor.authorSouto, Shayze da Rosa-
dc.contributor.authorAnderle, Paula-
dc.contributor.authorGoulart, Bárbara Niegia Garcia-
dc.date.accessioned2022-06-28T16:32:28Z-
dc.date.available2022-06-28T16:32:28Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.citationSOUTO, Shayze da Rosa; ANDERLE, Paula; GOULART, Bárbara Niegia Garcia de. Iniquidades raciais no acesso à reabilitação após acidente vascular cerebral: estudo da população brasileira. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v. 27, n. 05 , p. 1919-1928, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-81232022275.09452021. Acesso em: 27 jun. 2022en_US
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7098-
dc.description.abstractO objetivo deste artigo é verificar a associação raça/cor e acesso a serviços de reabilitação pós-AVC. Estudo transversal de base populacional com 966 adultos (≥18 anos) pós-AVC, respondentes da Pesquisa Nacional de Saúde. Desfecho, acesso à reabilitação, e exposição (raça/cor) foram coletados de modo autorreferido. Variáveis sociodemográficas, histórico clínico, plano de saúde e limitação pós-AVC foram considerados para o ajuste. Regressão de Poisson com estimativa de variância robusta foi utilizada para estimar a associação nas análises bruta e ajustada. Da amostra total, 51,8% são autodeclarados negros ou outras raças, 61,4% demandam por reabilitação, sendo que apenas 20% têm acesso ao serviço de reabilitação. Dificuldade em acessar reabilitação foi referida por 57,5% dos autodeclarados amarelos ou indígenas, 43% dos negros, e 35,4% dos brancos. Na análise ajustada, negros têm 4% menos acesso à reabilitação se comparados com seus pares brancos (RP 1,04, IC95% 1,00-1,08). Pessoas da raça amarela ou indígena 17% menos acesso que brancos (RP 1,17, IC95% 1,13-1,20). No Brasil, autodeclarados negros, amarelos, indígenas e outros têm pior acesso à reabilitação pós-AVC quando comparados aos autodeclarados brancos, apontando iniquidades raciais na reabilitação em sobreviventes de AVCen_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherAssociação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)en_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.titleIniquidades raciais no acesso à reabilitação após acidente vascular cerebral: estudo da população brasileiraen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Departamento de Saúde e Comunicação Humana. Porto Alegre, RS, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia. Porto Alegre, RS, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Departamento de Saúde e Comunicação Humana. Porto Alegre, RS, Brasilen_US
dc.description.abstractenThis article aims to verify the association between race/skin color and access to poststroke rehabilitation services. It is a cross-sectional population-based study including 966 post-stroke adults (≥18 years) that responded to the National Health Survey (PNS). The outcome, access to rehabilitation, and exposure (race/skin color) were collected in a self-reported manner. Socio-demographic variables, clinical history, healthcare plan and post-stroke limitation were considered for the adjustment. Poisson regression with robust variance estimation was used to estimate the association in the crude and adjusted analyses. Based on the sample, 51.8% are self-declared black and 61.4% require rehabilitation, with only 20% having access to the rehabilitation service. Difficulty in accessing rehabilitation was reported by 57.5% of other self-declared races, 43% blacks, and 35.4% whites. In the adjusted analysis, 4% of self-declared black (PR 1.04, CI95%1.00-1.08) and 17% of self-declared yellow and indigenous (PR 1.17, IC95%1.13-1.20) have less access to rehabilitation than their white peers. In Brazil, self-declared black and yellow and indigenous people have worst access to post-stroke rehabilitation in comparison with self-declared white people, highlighting racial inequities in rehabilitation in stroke survivorsen_US
dc.identifier.doi10.1590/1413-81232022275.09452021-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsAcidente Vascular Cerebralen_US
dc.subject.decsIniquidade Étnicaen_US
dc.subject.decsReabilitaçãoen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.enBrazilen_US
dc.subject.enHealth of Indigenous Peoplesen_US
dc.subject.enIndians, South Americanen_US
dc.subject.enEthnic inequalityen_US
dc.subject.enRehabilitationen_US
dc.subject.enStrokeen_US
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