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dc.contributor.authorBaldisserotto, Julio-
dc.contributor.authorFerreira, Alexandre Moreira-
dc.contributor.authorWarmling, Cristine Maria-
dc.date.accessioned2022-07-13T12:46:19Z-
dc.date.available2022-07-13T12:46:19Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationBALDISSEROTTO, Julio; FERREIRA, Alexandre Moreira; WARMLING, Cristine Maria. Condições de saúde bucal da população indígena Guarani moradora no Sul do Brasil. Cadernos Saúde Coletiva, v. 27, n. 4, p. 468-475, out./dez. 2019.en_US
dc.identifier.issn1414-462X-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7156-
dc.description.abstractIntrodução: A saúde bucal das populações indígenas brasileiras foi historicamente negligenciada. Recentemente tem sido dada atenção especial por meio da Política Nacional de Saúde Bucal Indígena. No entanto, muito pouco ainda se sabe a respeito da realidade epidemiológica bucal dessas populações, em especial no Sul do Brasil. Objetivo: Investigar a situação de saúde bucal dos índios guaranis. Método: Estudo transversal realizado em 19 aldeias, totalizando 203 sujeitos. Foram utilizados os métodos de pesquisa da OMS. Resultados: O CPOD médio aos 12 anos e na faixa etária de 15-19 anos foi de 1,3 e 3,4, respectivamente. Em adultos, a média foi de 11,55, com componente perdido (P) de 69,3%. Entre idosos, o CPOD foi de 18,6. O ceo foi significativamente maior nas mulheres (p < 0,05) aos 5 anos. A presença de cálculo foi a condição periodontal mais prevalente em todas as idades. Entre as crianças, 91% apresentaram padrão normal de oclusão. Padrões aceitáveis de fluorose foram encontrados em 91,4% dos indivíduos do grupo de 15-19 anos. A higiene bucal e o uso de pasta fluoretada foram relatados por 95%. Conclusão: A população indígena guarani da região Sul do Brasil apresentou alguns indicadores de saúde bucal melhores do que os relatados no inquérito epidemiológico de saúde bucal de 2010. O CPOD médio em diferentes idades foi menor no povo guarani do que na população em geral. O acesso a itens de higiene bucal e a serviços de saúde pode explicar alguns desses resultados. Esses dados são importantes para o planejamento de ações de saúde para essa população.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherInstituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiroen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherRegião Sulen_US
dc.subject.otherGuaranien_US
dc.subject.otherRio Grande do Sulen_US
dc.titleCondições de saúde bucal da população indígena Guarani moradora no Sul do Brasilen_US
dc.title.alternativeOral health status of the Guarani indigenous population living in southern Brazilen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationGrupo Hospitalar Conceição. Programa de Pós-Graduação em Avaliação de Tecnologias em Saúde. Porto Alegre, RS, Brasil / Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Odontologia. Departamento de Odontologia Preventiva e Social. Porto Alegre, RS, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationEquipe Multidisciplinar de Saúde. Viamão, RS, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationGrupo Hospitalar Conceição. Programa de Pós-Graduação em Avaliação de Tecnologias em Saúde. Porto Alegre, RS, Brasil / Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Odontologia. Departamento de Odontologia Preventiva e Social. Programa de Pós-Graduação Ensino na Saúde. Porto Alegre, RS, Brasil.en_US
dc.description.abstractenBackground: The oral health of Brazilian indigenous population has been historically neglected. Recently special attention started through a National Indigenous Oral Health Policy. However, little is known about the epidemiological oral data of these populations, especially in the south of Brazil. Objective: To investigate the oral health status of the Guarani Indigenous. Method: A cross-sectional study was carried out in 19 villages, totaling 203 subjects. WHO research methods were used. Results: The mean DMFT at 12 and 15-19 years was 1.3 and 3.4, respectively. In adults, mean of 11.55 being the component lost (P) 69.3%. Among the elderly, a DMFT of 18.6. The DMF-T was significantly higher in females (p < 0.05) at 5 years. The presence of dental calculus was the most prevalent periodontal condition at all ages. 91% of the children had a normal occlusion pattern. Acceptable standards of fluorosis were found in 91.4% between 15 and 19 years. Oral hygiene and use of fluoride paste were reported by 95%. Conclusion: The mean DMFT at different ages is lower in the Guarani people than in the general population. The access to oral hygiene items and access to health services may explain some of these results. Epidemiological data is fundamental for planning future actions for this population.en_US
dc.identifier.eissn2358-291X-
dc.identifier.doi10.1590/1414-462X201900040354-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsSaúde Bucalen_US
dc.subject.decsÍndice CPOen_US
dc.subject.decsCárie Dentáriaen_US
dc.subject.enHealth of indigenous peopleen_US
dc.subject.enOral healthen_US
dc.subject.enDMF indexen_US
dc.subject.enEpidemiologyen_US
dc.subject.enDental cariesen_US
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