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dc.contributor.authorGarnelo, Luiza-
dc.contributor.authorHorta, Bernardo L.-
dc.contributor.authorEscobar, Ana Lúcia-
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Ventura-
dc.contributor.authorCardoso, Andrey Moreira-
dc.contributor.authorWelch, James R.-
dc.contributor.authorTavares, Felipe Guimarães-
dc.contributor.authorCoimbra Junior, Carlos Everaldo Alvares-
dc.date.accessioned2022-07-18T19:27:47Z-
dc.date.available2022-07-18T19:27:47Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationGARNELO, Luiza et al. Avaliação da atenção pré-natal ofertada às mulheres indígenas no Brasil: achados do Primeiro Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas. Cadernos de Saúde Pública, v. 35, p. 1-13, 2019. Supl. 3.en_US
dc.identifier.issn0102-311X-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7189-
dc.description.abstractEste estudo avalia a atenção pré-natal de mulheres indígenas com idades entre 14-49 anos, com filhos menores de 60 meses no Brasil. O Primeiro Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas avaliou 3.967 mulheres que atendiam a tais requisitos, sendo 41,3% da Região Norte; 21,2% do Centro-oeste; 22,2% do Nordeste; e 15% do Sul/Sudeste. O pré-natal foi ofertado a 3.437 (86,6%) delas. A Região Norte registrou a maior proporção de mulheres que não fizeram pré-natal. A cobertura alcançada foi de 90,4%, mas somente cerca de 30% iniciaram o pré-natal no 1o trimestre e apenas 60% das elegíveis foram vacinadas contra difteria e tétano. Somente 16% das gestantes indígenas realizaram 7 ou mais consultas de pré-natal. Ter acesso a pelo menos um cuidado clínico-obstétrico foi observado em cerca de 97% dos registros, exceto exame de mamas (63%). Foi baixa a solicitação de exames (glicemia 53,6%, urina 53%, hemograma 56,9%, citologia oncótica 12,9%, teste de sífilis 57,6%, sorologia para HIV 44,2%, hepatite B 53,6%, rubéola 21,4% e toxoplasmose 32,6%) e prescrição de sulfato ferroso (44,1%). No conjunto, a proporção de solicitações de exames laboratoriais preconizados não ultrapassou 53%. Os percentuais de realização das ações do pré-natal das indígenas são mais baixos que os encontrados para mulheres não indígenas no conjunto do território nacional, e até mesmo para as residentes em regiões de elevada vulnerabilidade social e baixa cobertura assistencial como a Amazônia Legal e o Nordeste. Os resultados reafirmam a persistência de desigualdades étnico-raciais que comprometem a saúde e o bem-estar de mães indígenas.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruzen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherSaúde da Mulheren_US
dc.subject.otherAssistência à Saúdeen_US
dc.subject.otherCuidado Pré-Natalen_US
dc.subject.otherSaúde Maternaen_US
dc.subject.otherQualidade da Assistência à Saúdeen_US
dc.subject.otherAlimentação e Nutriçãoen_US
dc.titleAvaliação da atenção pré-natal ofertada às mulheres indígenas no Brasil: achados do Primeiro Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenasen_US
dc.title.alternativeAssessment of prenatal care for indigenous women in Brazil: findings from the First National Survey of Indigenous People's Health and Nutritionen_US
dc.title.alternativeEvaluación de la atención prenatal ofrecida a mujeres indígenas en Brasil: resultados de la Primera Encuesta Nacional de Salud y Nutrición de los Pueblos Indígenasen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Leônidas e Maria Deane. Manaus, AM, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Pelotas. Pelotas, RS, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Rondônia. Departamento de Medicina. Porto Velho, RO, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminense. Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa. Niterói, RJ, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.en_US
dc.description.abstractenThis study assesses prenatal care for indigenous women 14-49 years of age with children under five years of age in Brazil. The First National Survey of Indigenous People’s Health and Nutrition assessed 3,967 women who met these criteria, of whom 41.3% in the North, 21.2% in the Central, 22.2% in the Northeast, and 15% in the South/Southeast. Prenatal care was offered to 3,437 (86.6%) of these women. The North of Brazil showed the highest proportion of indigenous women who did not receive prenatal care. Coverage was 90.4%, but only some 30% began prenatal care in the first trimester, and only 60% of the eligible women were vaccinated for diphtheria and tetanus. Only 16% of indigenous pregnant women had seven or more prenatal visits. Access to at least one clinical-obstetric consultation was found in 97% of the records, except for breast examination (63%). Laboratory test rates were low (blood glucose 53.6%, urinalysis 53%, complete blood count 56.9%, Pap smear 12.9%, syphilis test 57.6%, HIV serology 44.2%, hepatitis B 53.6%, rubella 21.4%, and toxoplasmosis 32.6%), as was prescription of ferrous sulfate (44.1%). As a whole, the proportion of orders for recommended laboratory tests was only 53%. The percentages of prenatal care procedures for indigenous women are lower than for non-indigenous Brazilian women as a whole, and are even lower than among women in regions with high social vulnerability and low healthcare coverage, like the Legal Amazonia and the Northeast. The results confirm the persistence of ethnic-racial inequalities that compromise the health and wellbeing of indigenous mothers.en_US
dc.description.abstractesEste estudio evalúa la atención prenatal a mujeres indígenas con edades comprendidas entre los 14-49 años, con hijos menores de 60 meses en Brasil. La Primera Encuesta Nacional de Salud y Nutrición de los Pueblos Indígenas evaluó a 3.967 mujeres que reunían tales requisitos, procediendo un 41,3% de la Región Norte; un 21,2% del Centro-oeste; un 22,2% del Nordeste; y un 15% del Sur/Sudeste. El servicio prenatal se le ofreció a 3.437 (86,6%) de ellas. La Región Norte registró la mayor proporción de mujeres que no realizaron el seguimiento prenatal. La cobertura alcanzada fue de un 90,4%, pero solamente cerca de un 30% comenzaron el seguimiento prenatal durante el primer trimestre y sólo un 60% de las elegibles fueron vacunadas contra la difteria y tétanos. Solamente un 16% de las gestantes indígenas realizaron 7 o más consultas de prenatal. Alrededor de un 97% de los registros se observó que tuvieron acceso a por lo menos un cuidado clínico-obstétrico, excepto el examen de mamas (63%). Fue baja la solicitud de exámenes (glucemia 53,6%, orina 53%, hemograma 56,9%, citología oncológica 12,9%, test de sífilis 57,6%, serología para VIH 44,2%, hepatitis B 53,6%, rubeola 21,4% y toxoplasmosis un 32,6%) y la prescripción de sulfato ferroso (44,1%). En conjunto, la proporción de solicitudes de exámenes de laboratorio previstos no sobrepasó el 53%. Los porcentajes de realización de acciones del seguimiento prenatal por parte de las indígenas son más bajos que los encontrados en mujeres no indígenas, en el conjunto del territorio nacional, y hasta incluso en comparación con las residentes en regiones de elevada vulnerabilidad social y baja cobertura asistencial como la Amazonia Legal y el Nordeste. Los resultados reafirman la persistencia de desigualdades étnico-raciales que comprometen la salud y el bienestar de las madres indígenas.en_US
dc.identifier.eissn1678-4464-
dc.identifier.doi10.1590/0102-311X00181318-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsAlimentos, Dieta e Nutriçãoen_US
dc.subject.esAtención Prenatalen_US
dc.subject.esSalud Maternaen_US
dc.subject.esCalidad de la Atención de Saluden_US
dc.subject.esSalud de la Mujeren_US
dc.subject.esSalud de Poblaciones Indígenasen_US
dc.subject.enPrenatal Careen_US
dc.subject.enMaternal Healthen_US
dc.subject.enQuality of Health Careen_US
dc.subject.enWomen's Healthen_US
dc.subject.enHealth of Indigenous Peoplesen_US
Appears in Collections:AN - Artigos de Periódicos

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