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dc.contributor.authorSouza e Lima, Francco Antonio Neri de-
dc.contributor.authorPignati, Wanderlei Antonio-
dc.contributor.authorPignatti, Marta Gislene-
dc.date.accessioned2022-07-18T20:17:30Z-
dc.date.available2022-07-18T20:17:30Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7191-
dc.description.abstractIntrodução: As monoculturas agrícolas são relacionadas ao uso de agrotóxicos, que poluem o ambiente e as pessoas, de regiões agrícolas. No nordeste do estado de Mato Grosso, a Terra Indígena (TI) Marãiwatsédé, território da etnia Xavante foi ocupada na década de 1950 por não-indígenas e teve seu ambiente modificado pela agropecuária até a desintrusão em 2012. Quando os Xavante retornaram para seu território, uma denúncia de óbitos infantis por suspeita de poluição da água por agrotóxicos motivou este estudo. Objetivo: Verificar resíduos de agrotóxicos na água e discutir a dinâmica de inserção da agropecuária na TI e região. Método: Foi quantificada a área plantada, o consumo de agrotóxicos, análises químicas na água e caracterizado o ambiente da TI e entorno. Resultados: A área plantada e o consumo de agrotóxicos da região da TI aumentou anualmente. Foi detectado resíduo de 0,19 μg/L de permetrina na água. Havia lavouras em atividade nos limites da TI. Conclusão: Este valor está abaixo do Valor Máximo Permitido pela legislação brasileira, mas no limite da legislação europeia. No entanto, a presença de lavouras em atividade nos limites da TI são fontes constantes de emissão de agrotóxicos, possibilitando novas poluições de “fora para dentro” da TI.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherInstituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiroen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherXavanteen_US
dc.subject.otherAgrotóxicoen_US
dc.subject.otherAgronegócioen_US
dc.titleA extensão do ‘agro’ e do tóxico: saúde e ambiente na terra indígena Marãiwatsédé, Mato Grossoen_US
dc.title.alternativeThe extension of ‘agro’ and toxic: the health and environmental in indigenous land Marãiwatsédé, Mato Grossoen_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Saúde Coletiva. Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador. Cuiabá, MT, Brasil / Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública. Rio de Janeiro, RJ, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Saúde Coletiva. Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador. Cuiabá, MT, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Saúde Coletiva. Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador. Cuiabá, MT, Brasilen_US
dc.description.abstractenBackground: Agricultural crops is directly relation to the use of pesticides, pollution the environment and people mainly from agricultural regions. The state of Mato Grosso, the indigenous land (IL) Marãiwatsédé, Xavante territory was occupied since 1950 by non-indigenous that environmental transformed by agricultural and farming until 2012. When the Xavante returns to Marãiwatsédé, denunciation of infant deaths by suspected pesticides water contamination motivated this study. Objective: To verify the residues of pesticides in the water and to discuss a dynamic of insertion of agriculture in the Marãiwatsédé and region. Method: It was quantified a planted area, pesticide consumption, realized chemical analysis in water and river sediment, and character environment this IL and surroundings. Results: Annually increase planted area in the region Marãiwatsédé with increase pesticide consumption. It was detected permethrin residue in the water at concentration to 0.19 μg/L. There were crops in activity on the edge of IL. Conclusion: The permethrin found in water was levels were lower than the limit established by Brazilian legislation but like to Europe legislation, more restrictive. However, this crops in activity the edge Marãiwatsédé are continuous emission sources of pesticides, which allows new pollutions.en_US
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1414-462X202000280442-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsPoluição da Águaen_US
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