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dc.contributor.authorAlves, Francielle Thalita Almeida-
dc.contributor.authorPrates, Elton Junio Sady-
dc.contributor.authorCarneiro, Luis Henrique Prado-
dc.contributor.authorSá, Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de-
dc.contributor.authorPena, Érica Dumont-
dc.contributor.authorMalta, Deborah Carvalho-
dc.date.accessioned2022-07-18T20:44:55Z-
dc.date.available2022-07-18T20:44:55Z-
dc.date.issued2021-
dc.identifier.citationALVES, Francielle Thalita Almeida; et al. Mortalidade proporcional nos povos indígenas no Brasil nos anos 2000, 2010 e 2018. Saúde em Debate [online], v. 45, n. 130, p. 691-706, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0103-1104202113010. Acesso em: 21 jun. 2022en_US
dc.identifier.urihttp://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/7193-
dc.description.abstractO objetivo do estudo foi analisar a mortalidade indígena no Brasil em 2000, 2010 e 2018. Estudo descritivo com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade. Calculou-se a mortalidade proporcional entre indígenas e restante da população brasileira, segundo idade, sexo, causa e regiões do Brasil. A proporção de óbitos em indígenas menores de 1 ano em 2000, 2010 e 2018 foi de 15,3%, 17,7% e 16,2%; e no restante do Brasil, foi de 7,2%, 3,5% e 2,7% respectivamente. A proporção de óbitos a partir de 50 anos nos indígenas nos mesmos anos foi de 47,0%, 48,1% e 52,0%; e no restante do Brasil, foi de 66,8%, 74,4% e 79,4%. Em 2018, indígenas menores de 1 ano morreram mais de afecções perinatais (39,4%), doenças infecciosas e parasitárias (10,1%) e causas externas (9,8%). Em menores de 1 ano do restante da população brasileira, essas causas corresponderam a 57,8%, 3,8% e 2,8%. Indígenas acima de 50 anos morreram mais por doenças circulatórias (28,6%), respiratórias (15,4%) e neoplasias (14,6%); e no restante da população brasileira, essas causas representaram 31,5%, 13,6% e 19,0%. Evidenciaram-se desigualdades em saúde e piores indicadores nos povos indígenas no Brasil.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherCentro Brasileiro de Estudos de Saúdeen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.titleMortalidade proporcional nos povos indígenas no Brasil nos anos 2000, 2010 e 2018en_US
dc.typeArticleen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem. Belo Horizonte, MG, Brasilen_US
dc.description.abstractenThis study aims to analyze indigenous mortality in Brazil in 2000, 2010, and 2018. This is a descriptive study with data from the Mortality Information System (SIM, in Portuguese). Proportional mortality among indigenous people and the remaining Brazilian population was calculated according to age, sex, cause, and regions of Brazil. The proportion of deaths among indigenous people, for individuals younger than one year of age, in 2000, 2010, and 2018 was 15.3%, 17.7%, and 16.2%, respectively. The proportions for the general Brazilian population were 7.2%, 3.5%, and 2.7%, respectively. For indigenous people aged 50 years and over, the proportions in the same years were 47.0%, 48.1%, and 52.0% and in the rest of Brazil, 66.8%, 74.4%, and 79.4%, respectively. In 2018, indigenous children under 1 year of age died more from perinatal disorders (39.4%), infectious and parasitic diseases (10.1%), and external causes (9.8%). In children under 1 year of age, from the non-indigenous Brazilian population, these causes corresponded to 57.8%, 3.8%, and 2.8%, respectively. Indigenous people over 50 years of age died more from circulatory diseases (28.6%), respiratory diseases (15.4%), and neoplasms (14.6%), and in the remaining Brazilian population, these causes represented 31.5%, 13.6%, and 19.0%, respectively. Health inequalities and worse indicators among indigenous peoples in Brazil are evident.en_US
dc.identifier.doi10.1590/0103-1104202113010-
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsMortalidadeen_US
dc.subject.decsSistemas de Informaçãoen_US
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