Please use this identifier to cite or link to this item: http://ds.saudeindigena.icict.fiocruz.br/handle/bvs/971
Title: Frequência de anquiloglossia em uma comunidade indígena brasileira
Other Titles: Frequency of ankyloglossia in a community of native Brazilians
Authors: Vieira, Evanice Menezes Marçal
Salineiro, Fernanda Sales
Hespanhol, Danielle
Musis, Carlo Ralph de
Jardim Junior, Elerson Gaetti
Affilliation: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Odontologia. Campus Araçatuba, Araçatuba, SP, Brasil.
Fundação Uniselva. Cuiabá, MT, Brasil.
Fundação Uniselva. Cuiabá, MT, Brasil.
Iuni Educacional, Coordenação de Pesquisa. Cuiabá, MT, Brasil.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Odontologia. Campus Araçatuba, Araçatuba, SP, Brasil.
Abstract: Objetivo: Avaliar a prevalência de anquiloglossia na comunidade indígena Umutina, no município de Barra do Bugres (MT), em diversas faixas etárias. Métodos: A amostra foi constituída de 291 índios que se submeteram ao exame clínico. Resultados: A anquiloglossia foi observada em 108 (37,11%) índios. O sexo masculino apresentou maior prevalência, sendo 57 casos (43,8%), enquanto o sexo feminino apresentou 51(31,7%) dos casos. A distribuição da faixa etária foi feita após análise de agrupamento hierárquico, distribuídas em três grupos: 1-20 anos, 21-45 anos e 46-99 anos. Sendo que a anquiloglossia apresentou maior prevalência na faixa etária de 1- 20 anos, com 65 casos (40,6%). Conclusão: Verificou-se que, apesar da anquiloglossia se apresentar nas etnias da reserva indígena Umutina com frequência elevada, a mesma não parece ser responsável por alterações associadas à fonação, mastigação, presença de diastema e problemas periodontais, uma vez que essas alterações foram observadas em baixa frequência e não foram motivos de queixas da população.
Abstract: This study aimed to assess the prevalence of ankyloglossia in people of different age groups living in the native Brazilian community of Umutina, in the municipality of Barra do Bugres/Mato Grosso. Methods: The sample consisted of 291 native Brazilians who underwent clinical examination. Results: Ankyloglossia was observed in 108 (37.11%) individuals. There was a greater prevalence of ankyloglossia among males, with 57 cases (43.8%) against 51 cases (31.7%) in females. Age distribution was done after analyzing the hierarchical grouping, resulting in three age groups: 1- to 20-year-olds, 21- to 45-year-olds and 46- to 99-year-olds. Ankyloglossia was more prevalent in the youngest group, with 65 cases (40.6%). Conclusion: Although there is a high rate of ankyloglossia among the individuals who live in the Umutina Reservation, ankyloglossia does not seem responsible for the changes associated with phonation, mastication, presence of diastema and periodontal problems, since these changes were infrequent and generated no complaints.
Keywords: Lingual Frenum
Tongue
Indigenous Population
Keywords: Brasil
Índios Sul-Americanos
Saúde de Populações Indígenas
Mato Grosso
Região Amazônica
Epidemiologia
Saúde Bucal
Região Centro Oeste
Estudos Epidemiológicos
Umutina
Anquiloglossia
Freio Lingual
Issue Date: 2010
Publisher: Faculdade São Leopoldo Mandic
Citation: VIEIRA, Evanice Menezes Marçal; SALINEIRO, Fernanda Sales; HESPANHOL, Danielle; DE MUSIS, Carlo Ralph; JARDIM JUNIOR, Elerson Gaetti. Frequência de anquiloglossia em uma comunidade indígena brasileira. Revista Gaúcha de Odontologia, v. 58, n. 2, p. 215-218, 2010.
ISSN: 1036971
Copyright: open access
Appears in Collections:EPI - Artigos de Periódicos

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
318815446.pdf1.39 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.